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"Má digestão"

"Má digestão"


"O horário de almoço das quartas e sábados são esperados com mais ansiedade. Já denominados como "dia de feijoada", muitas vezes, passam a ser o dia da azia.
A má digestão é velha conhecida daqueles que abusam dos alimentos condimentados, como é o caso da feijoada ou ainda das bebidas alcoólicas. Porém, não só os alimentos são os responsáveis pelo mal-estar depois das refeições. " A má digestão se caracteriza pela dificuldade do estômago em digerir os alimentos. A pessoa sente o estômago cheio e mal-estar geral. É importante verificar a causa deste desconforto, pois nem sempre é causada somente pelo alimento consumido", alerta a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes.
Alguns erros cometidos na hora de se alimentar podem fazer com que a má digestão aconteça. Erica explica que o processo de digestão já começa na boca, onde o tamanho da partícula dos alimentos é reduzido pela mastigação e são misturados com as secreções salivares. Desta forma, são preparados para serem engolidos. "É importante verificar se a pessoa consegue ter uma boa digestão desde este primeiro momento", diz Erica.
Os sintomas ocorrem quando há excesso de produção de ácido clorídrico (que dá a sensação de ardência nas paredes do estômago). Segundo a nutricionista, muitos são os fatores que fazem aumentar a produção deste ácido, como herança genética, estresse, presença da bactéria Helicobacter pylari , alimentos gordurosos, doces, café, álcool, frutas ácidas, nicotina do cigarro e alimentos muito condimentados.
A nutricionista dá algumas dicas para evitar os incômodos da má digestão:

- Ingira alimentos com baixos teores de gordura saturada e evite algumas preparações como a feijoada, dobradinha e frituras de modo geral. Rica em gordura saturada, a feijoada é considerada um dos alimentos de mais difícil digestão consumidos no Brasil.

- Opte por alimentos de fácil digestão (ricos em proteínas e carboidratos), como carnes brancas, arroz, massas, pães e doces.

- Evite o consumo de bebidas alcoólicas. Consumir um único tipo de bebida a cada ocasião, diminui as possibilidades de ficar com ressaca que, por sua vez, dificulta a digestão.

- Evite dormir ou realizar atividades físicas intensas logo após as refeições. O sono antes da digestão faz com que o metabolismo do corpo diminua, também reduzindo a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Com a comida ficando mais tempo retida no organismo, são produzidas toxinas que geram mal-estar.

- Não misture favas, feijão, brócolis e couve flor na mesma refeição ou no mesmo dia.

- Dê preferência a alimentos cozidos a crus.

- O organismo leva, em média, quatro horas para fazer a digestão dos alimentos. Uma hora e meia é o tempo ideal de espera para dormir depois de comer.

- Uma xícara de chá depois das refeições ajuda a fazer digestão. Escolha o chá de sua preferência, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases.

Caso os sintomas da má digestão já estejam instalados, a melhor opção é recorrer a antiácidos à base de hidróxido de alumínio. Este tipo de medicamento promove um alívio imediato. " No entanto, se os quadros persistirem ou forem freqüentes, é aconselhável procurar um médico para que seja realizada uma pesquisa mais detalhada", alerta Erica, lembrando que a auto-medicação nunca é indicada."

Menstruação sinaliza quando algo vai mal no seu organismo

"Menstruação

sinaliza

quando algo

vai mal

no seu organismo

Cólicas fortes

e fluxo muito intenso,

quando surgem de repente,

exigem atenção"


"Sua menstruação marca presença sempre no mesmo dia de cada mês?

Ou é do tipo irregular, que passa meses sem dar sinal e reaparece como se nada tivesse acontecido?

Reparar no seu ciclo menstrual é importante, mas nem sempre é preciso se preocupar.


De acordo com o ginecologista da Unifesp, Cláudio Bonduki, cada mulher tem um padrão menstrual, que inclui:

variação de intervalo entre um sangramento e outro, intensidade e duração do fluxo.

O alarme só apita quando algum fator destoa do padrão que acompanha a mulher desde as primeiras menstruações.

Quando uma destas características sai do normal pode ser sinal de alguma alteração hormonal , orgânica ou, até mesmo, funcional , diz Cláudio.
O especialista afirma ainda que, quando as mudanças são notadas em apenas um ciclo, isso pouco quer dizer. É natural haver mudanças em um ou dois ciclos, é natural , garante.

Fluxo muito intenso ou com maior duração:

quando esta alteração entra em cena, pode ser indício da presença de um mioma. O ginecologista esclarece que mioma trata-se de um tumor benigno, do tecido que forma a parede do útero. O problema chega a atingir de 30 a 40% das mulheres , diz Cláudio.



Cólicas fortes demais:

a intensidade e duração das cólicas também variam entre as mulheres, conforme Bonduki.

O especialista alerta que, quando o incômodo aumenta muito ou os analgésicos comumente usados nessa fase perdem sua eficácia, também podem indicar um mioma.

Corrimento excessivo:

segundo o especialista, é natural as mulheres apresentarem uma secreção fisiológica. Também é normal o aumento deste muco depois da ovulação, fase que antecede a menstruação. O alarde surge quando mudanças são notadas na quantidade e odor do muco. Além destas alterações, a coceira pode ser outro indício de algum processo infeccioso , ressalta Cláudio.

Ciclo irregular:

as datas irregulares da menstruação são as que somam mais possíveis causas. Entre os problemas, Cláudio lista distúrbios hormonais, orgânicos (quando o problema atinge órgãos como útero ou ovário), ou ainda, funcionais. Estes últimos, de acordo com o ginecologista, são caracterizados por mudanças na rotina, alterações de clima ou ainda por fatores emocionais.

Medidas que estão ao seu alcance

Ao falar de fatores externos que influenciam no ciclo menstrual, o especialista da Unifesp ressalta que a alimentação está relacionada com os sintomas da TPM e com as cólicas, não especificamente com o fluxo. Ele afirma que alimentos ricos em carboidratos e gorduras, e pobres em fibras, intensificam os incômodos. O conselho, portanto, é seguir uma alimentação regrada, especialmente no período pré-menstrual. "

Segundo Cláudio Bonduki, a intensidade do fluxo pode ser diminuída com o uso de contraceptivos. O efeito hormonal da pílula diminui o fluxo , explica. Medicamentos antiinflamatórios também são capazes de deixar o fluxo menos intenso, devido a um tipo de ação no organismo. Nos dois casos, vale lembrar, é preciso uma orientação médica, após a análise do caso."

soluço

"Soluço pode ser sinal que a saúde não vai bem"

"Frequencia aumentada dos espasmos pode até representar problemas nos rins"





"Bastante conhecido, o soluço atinge desde recém-nascidos até a terceira-idade. Muitas vezes ele é inofensivo para o organismo, mas dependendo da frequencia em que ocorrem, os soquinhos podem até sinalizar um problema de saúde.

"As causas do soluço são diversas e estão sempre relacionadas à contração do diafragma, que reage na forma de espasmos de ar", explica o gastrologista e professor de anatomia humana da UNINOVE, Carlos José Lazzarini.
Sinal vermelho para o organismo
A frequência aumentada desses espasmos pode sinalizar que alguma coisa não anda bem com o organismo. Quando isso acontece, as causas do soluço são classificadas de duas formas. A primeira, endógena, está ligada a problemas de saúde como: aumento de sódio no organismo; insuficiência renal crônica; infecções no sistema nervoso central, que regulam a respiração, e até mesmo tumores na base dos pulmões. Enquanto a outra, de origem exógena, pode estar relacionada a: traumatismos na base no tórax e pós-operatório ligados a cirurgias na base superior do abdômen.

O soluço considerado "normal", que apresenta uma menor ocorrência, pode ser ocasionado por diversas razões. A mais comum delas é a ingestão rápida de alimentos e a fala constante durante as refeições. "Essas atitudes aumentam a quantidade de ar nos pulmões, que acabam atingindo o diafragma, provocando a contração e consequentemente o soluço", explica. A mesma contração também pode acontecer baseada em situações do dia a dia. "Sofrer choques térmicos de temperatura ou levar um susto muito grande, por exemplo, favorecem o aparecimento", explica Carlos José Lazzarini.

Enfrentando a fera

Algumas técnicas caseiras dão conta de acabar com o incomodo. Desde beber água de ponta cabeça até levar um susto, são atitudes que podem dar fim ao problema. Mas, de acordo com o especialista, nenhuma delas é capaz de cessar as crises de soluço. "Quando acontece por uma motivação do dia a dia, ou seja, são esporádicas, não adianta seguir regras. É preciso esperar que o diafragma reaja e diminua a contração. Assim, as crises acabam e a respiração volta ao normal", explica.

Entretanto, quando as crises são comuns, a melhor opção mesmo é procurar um médico. "Dessa forma, o especialista consegue descobrir a causa real para poder buscar o tratamento adequado", diz Carlos José Lazzarini.

Coitadinho do bebê!

De acordo com o gastrologista, o soluço esporádico em recém-nascidos é comum por causa do sistema central respiratório que ainda está em evolução. "Não adianta apelar para receitas caseiras, como colocar o fiapo do cobertor na testa da criança. Se a causa do soluço for "normal", basta esperar de cinco a dez minutos em média, que a crise passa." Mas o alerta quanto à frequencia permanece. Daí, é importante procurar um especialista. "O aumento do nível de sódio no organismo é uma das razões para a ocorrência atípica dos espasmos em bebês. O problema irrita o diafragma, gerando as crises", explica.

Soluço e bebidas alcoólicas

Não existe uma ligação entre o consumo de bebidas alcoólicas e o soluço, mas a lógica é a mesma: há o aumento da quantidade de ar nos pulmões, que acabam atingindo o diafragma, provocando a sua contração. "Normalmente quem bebe muito costuma falar sem pausas para respirar direito, explica."

"Um amigo vale mais que remédio"

"Amizade

cura doenças e

afasta os vícios

para longe"

"Ela

incentiva a

largar o cigarro,

ajuda a emagrecer e

até afasta o

estresse"



Você nunca gostou de esportes.

Mas, começando a trabalhar com pessoas que fazem exercícios, sente um desejo súbito de experimentar.

Até o cigarro, que provocava sua força de vontade, passou a ficar de lado depois que você começou a participar de uma turma mais saudável.

Mágica?


Não,

ciência pura, conforme comprovam as pesquisas, incluindo um estudo recente realizado em Harvard,
uma das mais prestigiosas universidades de todo o mundo.


No levantamento, os especialistas descobriram que a amizade é um antídoto e tanto contra qualquer nível de desmotivação.

Mesmo uma pessoa que tenha extrema aversão a acordar cedo, por exemplo, pode fazer o sacrifício e ainda gostar!

de sair da cama com o canto do galo se conviver com pessoas que fazem o mesmo. "


"Quando sentimos afinidade por alguém,

naturalmente queremos imitar os hábitos daquela pessoa.

É uma maneira de ser aceito pelo grupo e de mostrar cumplicidade",


afirma a psicóloga Marina Vasconcellos.

As pessoas ao redor, portanto, têm papel decisivo nas suas escolhas (ainda que isso passe despercebido no dia-a-dia).

Quando você participa de grupos de apoio ou conhece pessoas com uma doença parecida à sua, por exemplo,

as chances de retomar a saúde aumentam,

porque a rotina dispensa os hábitos que seguem na contramão do tratamento em favor de outros, que contribuem para o reforço da imunidade.



Círculo virtuoso

Os amigos
também podem
auxiliar na
superação de problemas,

dando força
na hora do
desespero.


Isso acontece na ocasião em que falta incentivo ou quando a encrenca aparenta ser tão grande que nenhuma saída surge à vista. "O acolhimento que os amigos oferecem dão força para resolver as dificuldades, ainda que elas pareçam insolúveis", diz a especialista. As mulheres, famosas por dividirem problemas e novidades com as amigas, não à toa comportam-se com mais calma em momentos de tensão.


E o efeito não vem apenas do apoio em si, mas dos efeitos dele. Quando convive com pessoas otimistas, as chances de que você também dê muito mais risadas crescem em até 60%, ainda de acordo com a pesquisa de Harvard. Se a atitude positiva não tem poder de diminuir os problemas, pelo menos impede que eles prejudiquem a sua saúde, agravando quadros de estresse e de doenças cardiovasculares. Mas é preciso ficar atento: do mesmo jeito que o sorriso é contagiante, o mau humor também se espalha feito poeira.

Para se prevenir, não tem outro jeito a não ser ficar atento. Claro que virar as costas quando alguém querido precisa de ajuda está longe de ser uma atitude louvável. Ma,s caso se contamine pelo baixo astral, a situação só vai piorar. "A solução, quando isso acontece, é oferecer alternativas que ajudem o seu amigo a superar os problemas e notar como ele reage. Se sentir que há empenho em ir adiante, persista. Do contrário, vale se afastar para que as dores de cabeça dele não comecem a latejar na sua testa também", afirma psicóloga.

O comportamento, que até pode soar egoísta numa primeira análise, não tem nada disso. Ao contrário, trata-se de uma semente de bem-estar: mantendo a serenidade e uma postura de satisfação, você atrai mais gente parecida e, como numa corrente, todos conseguem afastar para longe a maré de problemas que afeta um dos integrantes da turma.

Esse mecanismo, aliás, explica o sucesso das comunidades da internet.

Nelas, desconhecidos reúnem-se e passam a trocar confidências e palavras de estímulo em favor de objetivos comuns.

..."Eles criam blog

...e trocam dicas,

tirando o peso que a dieta apresenta para muitas pessoas.

...A rede de relacionamentos criada...
...
favorece a cumplicidade

e acaba com a solidão,

melhorando a auto-estima e

dando força para que cada um alcance a meta que traçou a si mesmo,
afirma a nutricionista Roberta Stella, responsável pelo programa."..."...:)

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